A gente procura a felicidade inconstantemente
porque ela não é algo imóvel e estático a nossa espera e que se encontra apenas
uma vez na vida, mesmo porque a felicidade do ontem não serve pra hoje. É como
aquela brincadeira de caça ao tesouro. Vamos encontrando aos poucos as pistas
que nos indicam o caminho para chegar as outras e é bom estar ciente
disso. A felicidade nem sempre é evidente, muitas dessas pistas são enigmas a
serem desvendados. Às vezes a felicidades está estampada à nossa frente e não a
reconhecemos, o que nos atrasa para chegar à próxima etapa. Também pode ocorrer
o inverso, nos iludimos pensando tê-la encontrado quando na verdade
entendemos errado o que temos por perto e andamos por muito tempo na direção
contrária do que realmente seria felicidade. A última pista que decifrei dizia
para não correr demais porque na verdade felicidade não é exatamente algo
a se buscar e sim a se desenvolver, isto é, não está fora, mas dentro de nós. E
assim estou tentando desenvolvê-la. Quando concluir essa etapa lá estará um
novo enigma, um novo comando para interpretá-lo e assim buscar sempre esse
desenvolvimento contínuo, não para alcançar a felicidade plena, mas para
encontrar uma razão para essa busca de felicidade cotidiana.

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