segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Reflexão sobre louvor

E quando não há palavras?
É possível render louvores a Deus sem o uso de palavras para expressar nossa gratidão, admiração, apreço e encantamento? Qual a sua real importância no momento em que queremos dizer a Deus o que estamos sentindo?
Diante do Deus altíssimo tudo fica pequeno... Embora poderosas, as palavras não dão conta de descrevê-lO e tampouco expressaria nossa emoção ao sentirmos Sua presença habitando os nossos corações.
Que bom que Nosso Senhor não precisa de palavras: “Não havendo ainda palavra alguma na minha língua, eis que logo, ó Senhor, tudo conheces.” Sl 139:4. Ele sabe exatamente o que sentimos e por isso nos conhece melhor que a nós mesmos.
Mas como louvá-lO sem pronunciar palavras para O agradar? Ora, Deus quer ouvir a voz que vem do coração. Ele está mais interessado na verdade da emoção do que nas palavras que a expressam. Ou seja, palavras são desnecessárias para Ele.
Então não precisamos dizer nada a Deus? A resposta depende de como observamos o verbo “precisar”. Eu tenho sim, necessidade de dizer a Ele minhas emoções. Deus, porém, sabe de tudo antes mesmo que eu o diga. Ele ouve nosso louvor quando este ainda está no coração. Ele nos ouve. Tudo o que se dispõem a louvá-lO terá a atenção dos ouvidos de Deus, afinal Ele tudo ouve. “Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Sem linguagem, sem fala ouvem-se as suas vozes.” Sl 19:1-3.

Não é preciso fala para render louvores. Assim como as sonatas, sinfonias, bagatelas etc. sem palavras causam encantamento aos nossos ouvidos, o silêncio pode ser ouvido por Deus e expressar a nossa reverência. Por vezes é ótima a sensação de pegar um violão e tocar suas cordas fazendo soar a melodia sem que palavras lhes façam companhia. O mesmo ocorre aos tocadores de piano, violino, flauta e tantos outros instrumentos. O som no ar por si só, tem a capacidade de refletir a emoção do instrumentista. É como se nesse momento ele dissesse a Deus o que sente, não com seus lábios e sim com seu instrumento e quando as palavras não dão conta de dizer o que sentimos o som do instrumento revela a nossa alma. Quando, mesmo sem o uso de palavras, entoamos músicas para Deus demonstrando nossa emoção, somos sinceros e assim, sem palavras, pode ser facilmente compreendido O AMOR QUE TOCA EM NÓS!

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Canções de amor para Deus.

Deus gosta de ouvir música.
Os anjos o todo o tempo cantam a Ele.
Aquele que for capaz da cantar ao Senhor 
Belos versos com delicadeza no coração
E sinceridade na alma
Tem a possibilidade de ser chamado
Homem segundo o Seu coração.
A melodia  O faz sorrir.
Os versos O fazem refletir.
Os gestos O fazem olhar pra nós.
Que alegria poder cantar ao Deus Eterno.
E dEle vem a nossa inspiração.
Só pode cantar a Deus aquele que O ama.
E será por Ele amado aquele que, em verdade, canta.
Que honra  juntarmos aos anjos e cantar a Deus.
Que honra celebrar com nossos instrumentos louvores ao altíssimo.
Que bom poder dar algo a Deus.
Somos motivados a adorá-lO
Porque o Seu amor nos fez viver,
Nos fez  sorrir, nos fez amar.
Ao cantarmos, devolvemos  ao Senhor em alegria
A inspiração que Ele mesmo nos deu.
Ele é o motivo da nossa canção.
Ele nos faz cantar com felicidade
E toca a nossa alma quando O adoramos.
Deus gosta de ouvir música
E deseja ouvir de nós as mais belas canções de amor.
A Ele cantamos...
A Ele tocamos...
A Ele amamos...
Ao cantar a Ele, tocamos o Seu coração.
Ao Adorá-lO, Ele toca os nossos corações.
Eis a razão da nossa alegria em louvar a Deus
Quando cantamos  a Ele sentimos fluir em nossos corações

O AMOR QUE TOCA EM NÓS...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O que não se explica

Amor não se explica. Claro que essa afirmação não é nenhuma epifania assim como o amor também não é... Não se explica porque também não se entende. Sua força e sua delicadeza, sua capacidade de fazer sorrir e chorar, a calma ou a angustia que provoca. São tantas as emoções que ele traz a tona que se constata a veracidade do primeiro verso.
Dizem tanto do amor que acabam por fazê-lo pouco reconhecido. Isso porque sua essência é demasiado pura e as palavras não dão conta de descrevê-lo, chegando até a afastar alguns de sua expressão mais próxima à nossa compreensão. Não são palavras que o vão definir, mas são as ações que o demonstram. Amor não é moeda de troca. Não se ama alguém para ser por esse alguém retribuído. Tampouco se escolhe amar somente os que nos retribuirão. Amor acontece... É semente que brota onde encontra fertilidade para tal. É possível também sufocá-lo, mas ele entende, ele perdoa e continua em sua simplicidade a esperar o bem de quem o machucou.
Difícil escondê-lo, mas ele sabe viver em silêncio. Dentre tantas coisas, o amor sabe permanecer... Sabe viver. Sabe esperar e sabe o momento de aquietar, de parar de sonhar.
Amor não morre, dizem por ai. Isso é verdade, mas amor muda de ideia. Se refaz... Abre janelas para novos horizontes. Nunca se dá por vencido, quando desfalece chora, mas as lágrimas que caem, lavam a casa para novos hóspedes,  sopra para longe a poeira  e abre espaço para o novo.

Amor é combustível para a vida, é receita para a felicidade, é o objetivo a ser buscado. É o vínculo da perfeição. É divino... É a essência do próprio Deus e quem não ama não O conhece por Deus é amor todo amor vem dEle.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

infância

As Crianças brigaram... Irmãos têm uma forma peculiar de relacionarem-se; Embora companheiros fiéis, cúmplices confiáveis, álibis perfeitos são também delatores perversos, estelionatários algozes. É de fato, a melhor companhia pra uma brincadeira ou a pior de todas. Podem ser guarda-costas protetores ou mesmo a ameaça iminente. A infância é uma “guerra fria” e dentre tantas razões esquecem-se as razões e ninguém sabia mais o motivo da discussão. Agora, sem porquês para a briga, As crianças brincaram.